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Poeta Cigano.
Seu ofegante ar, aspiro avidamente,
Faminto, alimento-me do seu amor,
O seu corpo, assumo vorazmente,
Uso-o e abuso, sem nenhum pudor!
E nesse arroubo, que me devora,
Lúbricos desejos, de doce sabor,
Na volúpia, me perco por horas,
Nesse impetuoso ato, avassalador!
Sei que também, sacio seu desejo,
Pela toxina infectada, nesse amor,
Em nosso tálamo, dispenso o pejo!
E, nessa nossa aloucada paixão,
De ânsias, vorazes toques e, beijos,
Somos amados, em imensidão!!!!!!!!!!



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