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terça-feira, 28 de maio de 2013


Brincadeiras com o amor...!!!
 
 Poeta Cigano

Você que diz, que só vive pra me amar,
Que questão faz do seu amor eu saber,
Dessas sucessivas falas posso suspeitar,
Que, por trás disso, algo haverá de ter!

Porque o verdadeiro amor chega silente,
Da gente se aproxima até por um olhar,
Artifícios não usa, não falseia ou mente,
Forte se achega, determinado, pra ficar !

É divino, muito lindo, nada precisa dizer,
Até um coração, faz de felicidade chorar,
Por isso seus artifícios não use ao me ver,
Querendo com o meu coração, brincar!

“Poesias do Poeta Cigano”

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(Cantinho do Poeta Cigano)




sexta-feira, 24 de maio de 2013

Encantos de amor... !!!
 
 Poeta Cigano.

Fascinam-me, estes teus encantos,
Em teus braços, busco eu acalanto,
No brilho do teu olhar, o teu desejo,
Da tua’lma, eu descortino o manto,
E o teu coração e amor, eu cortejo!

Quero só pra mim, os teus carinhos,
E, estar sempre perto de ti, juntinho,
Contigo os mais belos sonhos eu ter,
Nosso rumo seguir, um só caminho,
E o mais lindo e grande amor, viver!

Quero no teu amor, sentir a emoção,
Ser teu eterno amante, nesta paixão,
Ser o teu dia, noite e nosso alvorecer,
E ao ser presenteado com teu coração,
Poder dizer: Querida! Eu amo você!!!!

“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)


segunda-feira, 13 de maio de 2013


Rastros de um passado...!!!
 
 Poeta Cigano

Embarcação à deriva sou que não aporta,
Entre vagas do mar, perdida em desatino,
Sem bússola ou rumo isso pouco importa,
Errante marujo sou, sem morada e destino!

Hoje navegando sob ventos e tempestades,
E, com as brumas, névoas, farol não vejo,
Mas não sei porque, ainda isso me invade,
Se, no fundo já nada busco e nada almejo!

As surradas velas baixei, das lembranças,
E no convés não me deito, fugi do relento,
As estrelas sigo, não atenho a esperanças,
Seguir em frente, a esmo, é o meu intento!

E assim, pelo mar da vida vou navegando,
Em futuro não pensando, nesse momento,
Assim meu dantes passado vou enterrando,
E bem profundo, minha dor e, sofrimento!

“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)

segunda-feira, 6 de maio de 2013


Mãe...!!!
 









Poeta Cigano

“Mãe! Não é fácil falar de você, descrevê-la. Muito menos adentrar seu peito, sua alma, o seu coração e, desvendar os seus segredos. Aqueles segredos divinos que só uma mãe possui e, que, mora dentro de você num cantinho muito especial, acolhedor, guardado a sete chaves, que só você conhece de fato, para distribui-los na medida e tempo certo. No tempo do coração.
Mas uma coisa eu sei e que Deus lhe presenteou, como a todas as mães: O poder maior de gerar seus filhos, criá-los e educá-los à sua imagem e, à luz do amor.
Mãe! Você é tudo: É alegria, felicidade, é amor. O que seria de mim sem você?
Você é meu porto seguro quando busco acalentos em minhas horas difíceis, a palavra amiga, confortante e, otimista quando a tristeza assola o meu coração e alma. Quando me deito em seu colo, me faço criança, fecho os meus olhos, adormeço e, fico a sonhar. Um sonho seguro, lindo, porque, esses sonhos, se dão em seus braços, sob a sua proteção, sua guarida, seu amor.
Mãe! A vida não teria sentido para mim sem você. Como poderia viver? Não me vejo no mundo e nessa vida sem você. Minhas lágrimas, de agora, são de felicidades, porque estou junto de você, em seus braços, recebendo seu eterno carinho e, também, por poder estar aqui, nesse lindo momento, para homenageá-la nesse seu dia, o dia mais maravilhoso de sua vida e, da minha vida também”.
Mãe! Eu te amo”

“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)

sexta-feira, 3 de maio de 2013


Amor adolescente...!!!
 
  Poeta Cigano

Recorda-me o velho retrato, na parede,
A nossa pujança, de amor, no passado,
Intenso, embora jovem e, mesmo verde,
Um adolescente amor tão dantes falado!

Inocente amor de criança, ele prometia,
E mil carícias alimentavam esperanças,
Ah! Mas no fim não era tudo que se via,
Porque hoje apenas restam lembranças!

Eram inusitados momentos de fantasias,
E instantes únicos que pareciam magias,
Como bela era nossa noite e nosso alvor!

Ah! Sempre Andávamos de mãos dadas,
Eu, todo bobo e, ela, muito apaixonada,
Fazendo inocentes promessas de amor!!!!!!!!!

“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)

quarta-feira, 1 de maio de 2013


A sua falta...!!!
 
  Poeta Cigano

A sós, a falta sinto do seu calor, sinto frio,
Seu aconchego e muito linda ao meu lado,
O nosso quarto, silente, sem som, sem pio,
Chora o nosso leito de amor, abandonado!

Na mesa de cabeceira, dois cálices, vazios,
Uma lareira, num cantinho, fria, apagada,
E sem sono, meus trêmulos olhos, arredios,
Em vão por ela procuram, a minha amada!

Um sufocado grito, aflora, do meu interior,
E dentro do peito, revoltado, querendo sair,
Lágrimas povoam o coração, são de amor,
E, a minha alma, chama por ela, por mim!

Em dado instante, os olhos fecho, a pensar,
E, no meio do quarto, em meio à escuridão,
E, mesmo acordado, me permito ali sonhar,
Com ela falando de amor, ao meu coração!

Não me importa o tempo, que eu, ali, ficar,
Mesmo que se aproxime, as luzes, do alvor,
Pois, a certeza tenho, de que ela, vai voltar,
Porque confio nas nossas juras, de amor!!!!!

“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)




terça-feira, 30 de abril de 2013


A volta de um grande amor...!!!
 
  Poeta Cigano

Ah! Recordações me voltam, no tempo,
E, como se há séculos fosse e eu lá vivi,
Lamúrias, angústias, tudo era tormento,
E uma dor de ausência se fazia em mim!

Uma distante voz, cada momento, ouvia,
Meu coração adentrando, despedaçado,
Pela brisa vinha ela cambaleante e, fria,
Tais frágeis sussurros ali quase calados!

Mas hoje se fez essa tal voz, bela sinfonia,
Voltou meu amor, acabou minha agonia,
Dos meus braços fez agasalho, seu manto!

Ah, amor! Eu já não mais preciso chorar,
Tão somente, nesse instante, ora enxugar,
As dantes lágrimas de dor, do meu pranto!


“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)

segunda-feira, 29 de abril de 2013


Adeus, amor...!!!
 
   Poeta Cigano

Mãos que de longe, acenam ao vento,
De um amor que se vai, numa partida,
Mãos, que não trazem mais acalentos,
Abomináveis mãos de uma despedida!

Adeus, que um coração deixa a chorar,
E sangrando uma alma nessa atroz ida,
Doídas lágrimas que não querem parar,
Dor de amor que jamais será esquecida!

Rastros deixados nunca irão se apagar,
Nossos sonhos, eu vou sempre, sonhar,
Pensando nosso amor vou sempre viver!

Ela se foi, mas é ainda tudo, para mim,
E o meu amor por ela é eterno, sem fim,
Dela não penso nunca esquecer!!!!!!!!!


“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)

domingo, 28 de abril de 2013



Recados de Amor...!!!












Poeta Cigano

Pela brisa recebi (veio seu recado),
Através dele, senti seu doce cheiro,
O meu corpo tomando, por inteiro,
Um recado era, muito apaixonado,
Falando de nosso amor verdadeiro!

E, parecia estar ela, à minha frente,
Num belo sonho real a me encantar,
Muito maravilhosa, a me enfeitiçar,
Então meus olhos fechei de repente,
E, ali mesmo, feliz, passei a sonhar!

No banco daquela florida, pracinha,
Bons momentos, vivi na imaginação,
Asas dei a tudo, vaguei pela emoção,
A prendi, para não deixá-la sozinha,
Dentro do meu peito, no meu coração!!!!!

Mesmo em sonhos...

“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)

terça-feira, 23 de abril de 2013


"O Menino e o velho: O milagre do amor"...!!!
    
 













Poeta Cigano

O Senhor Perácio, com 80 anos bem vividos, aposentado, vive com a esposa, a filha e o neto, numa casinha num bairro operário da cidadezinha de Santa Cruz.
Nos fundos do quintal, montou uma improvisada oficina de soldagens para fazer uns biscates e completar a renda, além de se manter em atividade. Sempre falava para dona Mercedes, sua esposa, que aquilo era o seu elixir da vida. Um modo de ocupação do tempo.
Seu neto Tiago, de apenas quatro aninhos, é a menina dos seus olhos e ele, além de avô coruja, um emérito contador de histórias. Sempre estavam juntos. Amavam-se.
À noite, após cada história, eles rezavam juntos e, ele só saía dali após o netinho adormecer, quando o cobria  e apagava a luz.
-Sonhe com os anjinhos, meu filhinho – Falava ele num sussurro em seu ouvidinho, dando-lhe em seguida um beijo em sua face rosada, com um sorriso paternal.
A filha ficara viúva muito cedo e fora morar com eles. Certo dia, o menininho foi tomado por uma febre alta e incontrolável. Como os usuais medicamentos caseiros não resolveram, tiveram que levá-lo às pressas para o único hospital da cidadezinha. Após alguns exames, os médicos descobriram uma doença rara em seu organismo. Aí foi uma choradeira geral.
Diante daquela situação inesperada e emergencial, de imediato os médicos iniciaram o processo de cura, utilizando-se dos mais diversos medicamentos, para combater a infecção e baixar a febre. Não podiam perder mais tempo.
A partir desse dia, muito desconsolado, o avô não desgrudava da cadeira ao pé da sua cama na enfermaria.  Com o livrinho de história em suas mãos, o velho torcia para o netinho abrir os olhos e poder ouvir as suas histórias. Com coração amargurado e ferido, ele forjava uma alegria que não passava despercebido pelo garotinho.  Já desperto, embora ainda muito sonolento, o menininho olhou para o avô, que lhe disse:
-Meu filhinho, vovô chegou e como sempre vai te contar histórias diferentes e divertidas. Só nós conhecemos essas histórias. Somos sócios nesse segredo? Fechado?
O garotinho quase num sussurro, ensaia um pequeno sorriso e responde lentamente:
-Fechado vovô! Não vou contar pra ninguém nosso segredo. Nem pra mamãe nem pra vovó.
O tempo passa e aquela rotina seguia seu rumo. Até que um belo dia, a equipe médica resolve chamar e reunir a família para dar as boas novas. A infecção acabara e, o menininho muito mais cedo do que era esperado, teria alta, o que aconteceu dias depois. Já em casa, restabelecido, ele brincava, corria e já fazia de tudo como antes.
Quando tudo parecia correr às mil maravilhas, foi a vez do avô adoecer. Ele tinha há algum tempo, um problema coronário que tentava esconder dos familiares. Logo teve que ser internado também. Tiaguinho, inconsolável, passou a chorar pelos quatros cantos da casa.
O avô era tudo pra ele. Não podia ir ao hospital visitá-lo, porque a sua mãe , embora não falasse, não queria que ele visse o avô naquele estado.
A sua doença era grave e o estava definhando. Mas o menino que era muito esperto, um dia, conseguiu seguir a mãe às escondidas. Ouvira dentro de casa que o quarto número 8 era o do avô e, como este o ensinara a contar até 10, seria fácil localizá-lo.
Já no local, se esgueirando pelas paredes, e pilastras, alcançou o primeiro andar e logo avistou o número procurado. Numa correria desenfreada e, pegando a todos de surpresa, ele adentrou o quarto e , quase sem fôlego, só parou à beira da cama do avô, que, neste instante, estava acordado.
Com o livrinho embaixo dos braços, ele falou com aquela vozinha chorosa e lágrimas em seus olhinhos azuis:
-Vô, vô, vim te contar aquelas histórias para você ficar bom também. Aquelas do nosso segredo que me curou, lembra?
Ao ouvir aquilo e, ver o netinho folhear aquele livrinho de história, sem ainda saber ler, o ancião não resistiu e foi às lágrimas e, com os lábios trêmulos e a face molhada, falou:
-Meu filhinho querido, conte essa sua história tão linda e maravilhosa. Estou precisando muito dela. Você vai me curar, Tiaguinho. Conte!
-Não, vô! Eu não vou curar o senhor. Esqueceu? É a história. É ela que cura. A mesma que fez eu ficar bom. Lembra? – Retruca o menininho exibindo aquele sorriso inocente de felicidade, folheando as primeiras páginas do livreto, já narrando ali as tais histórias.
A mãe e a avó vendo aquela cena, choraram e viram que o menininho era necessário ali.
Assim, quando em suas novas visitas, passaram a trazê-lo.
Para outra agradável surpresa, o velho melhorara consideravelmente, fato considerado milagre para os médicos e, semanas depois já se encontrara em casa, se restabelecendo.
Agora, por imposição de Tiaguinho, passaram a se revezarem na contagem das histórias, porque essas histórias, as do segredo, não o deixam adoecerem.

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“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)



segunda-feira, 22 de abril de 2013


Súplicas de um coração apaixonado...!!!
   Poeta Cigano.

“Minha amada! Deixa-me falar,
Falar de nosso amor, da gente,
Mesmo um pouco, quero falar,
E, vê-la me ouvindo, sorridente.
É sobre um coração apaixonado,
Carente, inseguro, abandonado,
Mas que a ama, chora e, sente,
E, que, apenas quer ser amado.
Eu só lhe peço, para me escutar,
E, nesse momento, me entender,
Que é algo bem forte, do interior,
Que faz até minha alma, chorar,
E, meu pobre coração, suplicar,
De joelhos, por seu amor”!!!!!!!!


“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)




domingo, 21 de abril de 2013


A estranha...!!!
   















Poeta Cigano

Quem és tu?  Oh! Estranha mulher,
Que me provocas assim tão abusada,
E, o que procuras tu e, comigo quer,
Por que se faz assim ver tão desejada?

Não vejo em tu algo que seja sedutor,
Só frio olhar, sem brilho só de paixão,
Vazios, olhos que não falam de amor,
Mensageiros não são eles do coração!

Quem és tu, mulher, que de longe vem,
E, tão somente atrás do que te convém,
Nesta conquista barata sem argumento?

E em teu insinuante charme, confiando,
Da tua fugaz beleza corporal, abusando,
Buscando só uma aventura de momento?

Quem és tu?

http://carlosrimolo.blogspot.com
“Poesias do Poeta Cigano”


(Cantinho do Poeta Cigano)